domingo, 5 de maio de 2013

Antes, Johnny, agora Bárbara.



Pois é, caros leitores, os meses foram passando, o Kid Macumba estava tentando remontar a sua máquina do tempo com o que sobrou da explosão. Eu precisava voltar ao passado e recuperar meu pau de qualquer jeito. Até a postagem anterior  eu tinha esperanças, mas o cara faleceu assim, do nada, dá pra acreditar?
Eu chorei pra caralho, literalmente, mas agora já estou recuperado. Passei por algumas cirurgias, onde fizeram um buraco vaginal em mim, coloquei silicone nos peitos, fiz tratamentos hormonais e quem me olha, não diz que um dia fui um homem.
Agora moro em Miami, minha família e amigos acham que eu morri e é melhor assim. Um cara macho como sempre fui, de repente aparecer de donzela... Ah, não, é melhor a morte...
Fiz novos documentos, meu novo nome é Bárbara Pen. Não que eu quisesse esse sobrenome, mesmo porque objetos compridos me lembram do que perdi, mas, enfim, foi o nome que tinha disponível e eu topei.
No começo foi ruim para eu me acostumar, mas agora estou feliz, sabem? Procuro não pensar mais no passado. Estou me adaptando.
Está horrível ficar sem sexo todo este tempo, mas vou dar um jeito nisso em breve. Prometo voltar logo para contar a vocês as minhas novas aventuras como Barbara Pen.
Beijos, até mais.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

My Precious...



Olá gatas e gatos  cachorros!

Eu, Johnny, o ex-pau mais rápido do Oeste, passei todos esses meses viajando. Vocês sabem como eu sou, não é mesmo? Não fico comendo alguém muito tempo no mesmo lugar. Passei um apuro danado. Acabei perdendo algo muito importante, mas já me adaptei à nova vida. Vou contar para vocês...

Desta vez fui ao Texas. Um amigo que mora lá me telefonou dizendo que finalmente, depois de muitos anos de pesquisa, havia conseguido concretizar a sua invenção. Kid Macumba (sim, este é o seu nome de batismo e não me perguntem por que) criou uma máquina do tempo e me convidou para ser o primeiro a testá-la.

Eu fiquei receoso, a principio, relutei, mas quando ele me disse que pagaria pelas despesas de viagem, eu topei na hora. Afinal, pro Kid Macumba abrir a sua mão de vaca, deveria ser realmente importante que eu fosse.

Quando cheguei lá e vi aquela parafernália toda na garagem do Kid, desacreditei, sabem? Eu imaginava algo pequeno, estiloso feito o DeLorean, mas não... Era um conjunto de ferros retorcidos com um mictório no centro. Acima do mictório havia um tablet e toda aquela estrutura estranha era cercada por uma placa de adamantium que ocupava todo o espaço da garagem do Kid.

O meu amigo estava com cara de cientista doido, nem parecia o cara são que eu havia encontrado há oito anos. Quando eu perguntei se ele já havia testado a sua invenção, ele ficou meio entristecido. Contou-me que houve um erro de cálculo e que o elo orgânico, necessário para que a máquina funcionasse não servia para ele.

Não entendi bulhufas do que Kid estava tentando me dizer, mas quando fui experimentar a máquina, eu compreendi. Compreendi também o porquê de ele precisar de mim, pois modéstia parte, eu sou era o cara que tem tinha o maior instrumento orgânico que Kid conhece.

Kid encaixou uma peça – parecida com aquelas garras de pegar brinquedos de pelúcia nas máquinas do shopping – no ralinho do mictório e me pediu pra tirar o pau pra fora. O pintinho de Kid é tão fininho que a garra não segurava de jeito nenhum e por este motivo ele mesmo não pôde testar a sua invenção.

Com o apetrecho devidamente conectado ao meu membro volumoso, Kid inseriu umas coordenadas no tablet e de repente eu me vi fechando as calças no meio de um tiroteio no Velho Oeste.

Nem sei quantos anos eu voltei no tempo, mas meu amigo havia me explicado que eu sairia no mesmo local onde hoje era a sua garagem. Ele ainda estava pesquisando uma tecnologia para transportar o viajante para locais diferentes.

Bem, como não podia deixar de ser, fui atingido por um tiro na perna e fiquei lá por vários dias sob os cuidados das mulheres da casa vermelha. As putas são as criaturas mais solidárias que existem na face da Terra. Elas devem ter se encantado pela minha beleza máscula e depois que me recuperei, passei a rola em todas sem precisar pagar.

Eu estava no meio de uma foda quando fui levado de volta para a garagem do Kid. Fiquei desesperado, caros leitores, pois meu pau havia se enroscado na dama que dava pra mim e não retornou comigo.

Minha púbis estava lisinha, igual a de uma fêmea e eu chorei desesperado, implorei ao Kid que me mandasse de volta imediatamente para que eu pudesse recuperar meu precioso.

A porra da máquina de repente explodiu, começou a sair fumaça de tudo quanto era canto e enquanto Kid me puxava pelo braço para sairmos dali, eu desejava ficar e morrer.

Pois é gente, voltei ao Brasil sem meu pau.

É estranho mijar sentado, só falta agora eu menstruar...

Kid está consertando a máquina. Vai dar um jeito de me transportar no mesmo dia, horário e local que eu estava com a moçoila, só espero que ele não demore muito. Já estou considerando encontrar novas formas de prazer.

Depois eu volto para contar se deu tudo certo.

Beijo, me liga!

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A Elfa e a Feiticeira - O Anão Tarado da Passagem de Chagharah


- Tem certeza, Bwanna? A Passagem de Chagharah?
- Sabina, se não seguirmos por esse caminho, gastaremos mais quatro dias de viagem, e você me disse que não queria ainda passar pela Aldeia do Rio Vharl neste momento.
- Ainda não quero que nos arrisquemos naquele antro de tarados voyeristas, que depois de se deleitarem assistindo o prazer dos outros costumam matá-los e oferecê-los em sacrifício. É que já ouvi boatos a respeito de Bimbaun, o guardião da Passagem.
- E tenha a certeza que são verdadeiros. Bimbaun, o Anão Tarado. Ele se aproveita de muitos que se metem em buscas, missões e afins, para meter neles...
Bwanna riu de seu próprio comentário, mas eu não estava satisfeita. A elfa sabia muito bem que em hipótese alguma eu poderia ser possuída por um homem, sendo o preço dessa sodomia a perda de meus poderes.
- Pelo que ouvi a respeito – eu disse – Bimbaun cobra dos que buscam sua passagem o preço de realizar uma de suas perversões.
Bwanna nos guiava cuidadosamente pelos estreitos caminhos da escarpa que percorríamos. O vale inóspito e rochoso abaixo estava repleto de esqueletos dos que se atreveram a atravessar aqueles caminhos perigosos.
- É verdade – a bela elfa respondeu. – Eu mesmo já tive que deixá-lo me comer de formas nada convencionais. Mas tenho que confessar que não foi tão ruim assim.
- Para uma elfa tarada como você pouca coisa pode ser qualificada como “ruim”, não é?
Eu tentava fazer graça para disfarçar minha preocupação, e fiquei aliviada por Bwanna ter se virado para trás e sorrido. Mas não gostei nem um pouco da idéia que ela expôs quando descemos dos cavalos.
- Tem que ser assim mesmo? – perguntei. – E se ele não se satisfizer somente com você?
Ela tirou algumas correntes de uma das mochilas que ladeavam a sela, olhou para mim com aquele olhar de expectativa por sexo temperado por uma perversão, e respondeu:
- Se ele se atrever a tocar minha feiticeira, então terá assuntos a resolver com minha espada. Não se preocupe, meu amor, e tire a roupa.

- Ora, como adoro ter visitantes tão belas e gostosas!
Bimbaun apareceu, ainda mais gordo e obsceno do que eu conseguia lembrar. E elfos, infelizmente para mim neste caso específico, se lembram de tudo.
Provavelmente foi em honra desse porco que “bimbar” tornou-se sinônimo de uma boa trepada. E pelo saiote usado pelo anão eu já antevia o volume de seu pau ereto e duro, somente com a visão que tinha de nós.
Eu vestia um top e uma saia de couro e botas, e mal se aproximou Bimbaun já foi me apalpando, demorando-se um pouco na minha bunda por baixo da saia. Mas ele não se demorou, pois olhou para o outro cavalo.
Sabina estava totalmente nua sobre a sela, com os pulsos acorrentados e cabeça baixa. O anão já foi tirado o pau para fora e apontando para a loira, dizendo:
- Bwanna, mas que presente você me traz!
Antes que eu dissesse algo, já foi passando as mãos nas pernas, barriga e seios de Sabina. A aflição em seu rosto era bem real, e antes que ele tivesse qualquer outra idéia segurei o punho de minha espada e disse:
- Bimbaun, seus negócios são comigo hoje, e somente comigo!
O anão olhou para os duendes que o auxiliavam, e que já haviam batido várias somente com a visão de nós duas. Duas das pequenas criaturas estavam em seu caminho, ele as afastou com um safanão e se colocou diante de mim, colocando o dedo próximo ao meu rosto e dizendo:
- Escute aqui, elfa, todos precisam pagar o pedágio para transitar pela Passagem de Chagharah! São meus termos! E quero muito poder foder gostoso essa loira estupenda que trouxe, faz tempo que não tenho carne nova!
- Pois é justamente isso, anão ignorante! Ela é nova, é virgem, e o sátrapa de Goluem me ofereceu uma recompensa em ouro absolutamente indecente por ela. Sem dúvida para uma de suas orgias sacrificiais. E naturalmente sabe que a mercadoria precisa ser entregue em perfeitas condições!
Sabia muito bem que Bimbaun já havia feito negócios com o sátrapa, um velho abominável tão tarado quanto ele, e também conhecia as punições que costumava aplicar aos que o traiam. O anão ponderou um pouco, olhando com avidez para Sabina, e por fim se virou para mim respondendo:
- Muito bem. Desta vez me contentarei somente com você, em nome dos velhos tempos.
Outros duendes que vigiavam a entrada permitiram que entrássemos e se puseram a cuidar dos cavalos assim que a torre em pedra nos acolheu em suas entranhas. Era uma construção antiquíssima, cujas origens se perdiam no tempo dos heróis e deuses antigos.
Pensei a respeito disso, lembrando das histórias que Sabina, versada na sabedoria antiga, me havia contado nas últimas semanas. Um dos duendes, aliás, já acariciava minha loira com avidez, apliquei-lhe um safanão, a peguei pela cintura e fiz com que descesse do cavalo.
- Bwanna, sempre desconfiada! – disse Bimbaun rindo – Pode confiar em meus duendes, eles cuidarão dos cavalos e de sua mercadoria!
- Não confio neles, e muito menos em você. A loira não sairá de minhas vistas!

Gostei de como Bwanna me defendeu, ou pelo menos era assim que estávamos atuando. Uma só palavra minha e poderia transformar aqueles duendes nojentos em poeira. O que me causava calafrios era o olhar do anão sobre mim. Pela comunhão com a fonte meu poder, as forças da natureza, estava quase o tempo todo nua, somente coberta por um vestido ou capa que poderiam facilmente ser abertos para me comunicar com a Mãe Natureza. Mas era a primeira vez em muito tempo que ficava constrangida em estar nua.
Bwanna me conduziu pela corrente que prendia meus pulsos, e quando chegamos na alcova de Bimbaun, prendeu a outra ponta em uma argola na parede. Olhei ao redor e havia várias outras argolas, correntes, chicotes, consolos de todos os tipos e tamanhos, e mais uma série de apetrechos para o maldito realizar suas perversões.
O anão parecia nutrir um especial apreço por bundas. Mal me deixaram presa com os braços para cima, assistindo a tudo, e ele fez Bwanna apoiar-se em uma mesa enquanto erguia sua saia e apalpava seus generosos glúteos. Depois Bimbaun meteu-lhe um dedo no cu, tirou-o e lambeu com gosto, repetindo o gesto com a boceta. A forma como abusava de minha elfa fez meu sangue ferver.
A seguir ele ficou pelado e encaminhou-se para uma piscina que havia no lado mais distante do aposento. Soltou barulhentos peidos assim que entrou na água, e eu dei graças pelo líquido amenizar um pouco de seu fedor.
- Então, querida Bwanna, o que está esperando? Venha cá e me dê prazer!
A elfa olhou para mim, e foi tirando a pouca roupa que usava. Deixou as botas por último, aproximando-se dele e dançando sensualmente. Eu conseguia sentir, sem sequer tocá-la, a energia sexual que emanava. Daria tudo por poder comê-la novamente, mas infelizmente tinha que esperar minha vez.
Bwanna finalmente tirou as botas e entrou na água. Assim que pôs as mãos nojentas nela o anão tarado a conduziu a abocanhar seu pau enorme. Minha elfa aplicou-lhe um boquete muito bem feito, e isso me fez lembrar do ladrão que havíamos encontrado na semana anterior. Sentia muitos ciúmes dela nesses momentos, mas a certeza que minha vez chegaria me deu forças para suportar o grotesco espetáculo.
O maldito anão a seguir a colocou de quatro na rasa piscina e a enrabou com vontade. Bwanna fechou os olhos e eu via pela sua expressão como estava, apesar do detestável parceiro, gostando do ato.
Bimbaun alternava entre o cu e a xoxota de minha companheira, até ficar satisfeito com aquela posição e finalmente se recostar na beira da piscina. Bwanna sentou-se diante dele, ajeitando seu membro latejante em sua vagina e começando a cavalgá-lo devagar.
- Oh, Bwanna! – suspirou o imbecil, sem saber o que o aguardava – Sua perícia aumentou desde a última visita... ah... assim... isso... vai, vagabunda, vai! Isso, isso! Vou gozar!
Bwanna ia aumentando o ritmo aos poucos, até chegar a movimentos violentos e espasmódicos. Bimbaun parecia fora de si, sua boca aberta de quem tentava desesperadamente agarrar o ar. Ele se segurava nas bordas da piscina com as duas mãos, e seu gozo era iminente quando aconteceu.

Não posso negar que cavalgar o pau monstruoso daquele anão fedorento me dava muito prazer. Nada como o ladrão da semana anterior, que além de tudo era lindo, mas um jogo mais bruto de vez em quando vinha a calhar.
Bimbaun mal se aguentava, e quando começou a tremer e pronunciar palavras desconexas em preparação para gozar dentro de mim, vi que havia chegado a hora.
Agarrei suas pernas e forcei-o para o meio da piscina, longe da borda. Agarrei seu pescoço e fiz com que sua cabeça submergisse. Instantes depois ele gozou intensamente, e para meu espanto havia um sorriso imenso em seu rosto mesmo diante da iminência da morte.
Contudo, se eu permitisse que morresse, perguntas incômodas se espalhariam por aquele reino e os próximos. Eu bem conheço o alcance e o poder de boatos, e por isso tirei-o da água, mesmo ainda tonta com o orgasmo que acabara de experimentar.

- O que está fazendo!? – perguntei indignada. Não conseguia entender por que Bwanna não havia terminado de matar o detestável anão.
- Entenda, meu amor – ela respondeu vindo para meu lado ainda molhada, da água e de tesão. – Bimbaun é uma figura muito conhecida, e sua morte levantaria questões inoportunas.
- Por exemplo? – perguntei, sentindo minhas mãos formigando por meus braços ainda estarem presos no alto.
- Por exemplo!? Muitos nos viram vindo para cá, e se esse animal aparecesse morto, perguntariam o que duas mulheres, uma elfa e uma humana, tinham a ver com isso. Poderiam começar a ligar os pontos, e penso que não deseja que nossa jornada se torne conhecida, não é?
Olhei para meu amor, e reconheci que estava certa. De fato, duas mulheres colhendo energias sexuais de homens ao longo de vários reinos conhecidos pelo machismo e prepotência, em uma busca por um poder sempre negado ao sexo feminino, era um assunto que levantaria não somente muitas perguntas, mas também preocupações.
- E depressa nos tornaríamos alvos, não é?
Bwanna não respondeu a minha pergunta, e nem precisava. Era óbvio que a única resposta era deixar Bimbaun vivo. Olhei de lado, e o anão já se mexia, embora fraco demais para qualquer ação. A elfa aproveitou, e começou a mexer nos brinquedos dele na mesa ao lado. Ergueu um enorme consolo de carvalho, mas eu disse:
- Não... o do lado, de oliveira.
Era menor que o outro, mas finamente trabalhado. Bwanna começou a massagear minha boceta com ele, e eu cerrei os punhos e fechei os olhos, sentindo a maravilhosa energia fluir. A seguir a elfa me beijou, enfiando profundamente a língua em minha boca, ao mesmo tempo que com a outra mão apertava minha bunda.
Enlacei-a com minhas pernas, e ela enfiou o consolo em mim. Apertou meus seios com a outra mão sem deixar de me beijar, e começamos a transar louca e selvagemente.

Era para aquilo que eu havia trepado com Bimbaun. Poder transar com minha feiticeira loira de olhos azuis, a companheira muito gostosa com quem dividia minhas aventuras. Abri os olhos um momento e vi, sobre a mesa, um outro consolo de madeira preso a um cinto. Coloquei o acessório e com ele penetrei na boceta de Sabina, enquanto o outro consolo eu enfiava em seu cuzinho apertado.
Com a mão livre eu acariciava seus seios, sem deixar de beijá-la um instante sequer. Ela me enlaçava com as pernas e massageava minha bunda com os pés, e tivemos orgasmos múltiplos como costumava ser nossa rotina.
Estava tão entretida que não percebi que atrás de nós o anão estendia a mão para uma espada.

O poder! É indescritível a sensação da energia sexual fluindo pelo corpo, a comunhão com a realidade, o renascimento proporcionado por uma boa trepada como aquela! Mais uma vez senti como jamais poderia me lançar a uma busca como aquela, se não tivesse Bwanna a meu lado.
A elfa estava tão imersa em nosso sexo, que não reparou no maldito anão se mexendo as suas costas. Ela mal sabia que eu tinha tudo sob absoluto controle. Deixei o orgasmo se prolongar ao máximo, me deliciando com a expressão de prazer de seu irretocável e belo rosto, e quando o tarado abominável se encontrava de espada em punho a três passos de nós, agi.
Com um simples pensamento abri as correntes, agarrei minha espada e o atingi duas vezes com a parte larga da lâmina, primeiro no joelho para fazê-lo se abaixar, e depois na cara para derrubá-lo. Sequer Bwanna, que era a guerreira de nossa dupla, se dera conta do perigo e da rapidez de meus movimentos, e quando conseguiu olhar eu já estava diante do anão deitado de costas, com a ponta da espada pressionada contra a base de seu pau.
- Não... bela loira, por favor não!
Ele suplicava, sentindo a ameaça de perder seu “instrumento de trabalho”. Que por sinal continuava duro, comprovando que se deliciara com minha transa com a elfa. Bwanna, finalmente recomposta, se colocou a meu lado dizendo:
- Impressionante. Parabéns, meu amor, está aprendendo!
Ela me beijou, mas nem por um instante descuidei do maldito. O anão continuava apavorado, e suplicava:
- Senhoras... por favor... sou um pobre anão que...
Bwanna abaixou-se diante de seu rosto, dizendo:
- Poupei sua vida porque sua morte poderia nos trazer aborrecimentos, sem contar que alguém muito pior que você poderia se apossar da Passagem, e é assim que nos agradece?
O anão tremia de medo, mas por incrível que pareça ainda estava excitado. Aparentemente nem ele sabia que nutria uma tara por ser dominado, e quando pensei nisso, a elfa me olhou. Sem trocarmos palavras chegamos a mesma conclusão, e olhamos para Bimbaun com evidente sadismo no olhar.

- Por favor, minhas tesudas, não vão embora assim! Fiquem, eu imploro! Vocês têm razão, sou um canalha que merece ser castigado!
A idéia de Sabina realmente se revelou verdade. Quase sem querer, havíamos proporcionado a Bimbaun a realização de uma tara que ele não sabia que tinha.
Minha bela loira terminou de calçar as botas, permanecendo como sempre nua por baixo do vestido que abotoou dos quadris até o peito. Eu terminei de fechar a presilha de minha saia, e senti a mão suave de Sabina acariciando minha bunda. Demos uma última olhada para Bimbaun, preso a sua roda da dor com braços e pernas abertos e com os dois consolos que usamos enfiados no cu, e eu disse:
- Foi bom fazer negócios com você, Bimbaun. Diremos a seus duendes que devem vir ajudá-lo daqui a umas três horas, somente.
O anão destilou impropérios, mas pudemos ver que continuava de pau duro, mexendo as ancas para frente e para trás em um esforço tanto de se masturbar quanto de livrar o rabo. Fechamos a porta e nos dirigimos ao estábulo, apanhamos os cavalos e seguimos nosso caminho.
- Para onde, meu amor? – perguntei depois de um último beijo em Sabina, minha adorada feiticeira.
- Para o sul, querida Bwanna. Amada elfa, nossa aventura está apenas começando!
Estávamos juntas, e em breve transaríamos de novo. Essa era a maior das aventuras!

Hayden Lothloving

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

História da Júlia

Conto 1

Para Júlia, aquela era mesmo uma situação inusitada que se tornava comum. Ela não transava com estranhos, mas desde que havia invocado aquela entidade, não havia feito mais nada do que transar com desconhecidos. Ainda que tivesse achado em um momento anterior que era uma situação para moças que não se davam ao respeito, agora ela não sabia mais o que pensar.

O quarto era barato e tinha cheiro de naftalina. As mãos de Júlia tinham sido amarradas na cabeceira da cama e seu corpo estava nas mãos daquele estranho cujo nome era Paulo ou Francisco, ela não conseguia lembrar agora. Seu nome não era importante, ele só tinha que fodê-la e fazê-la gozar, assim a entidade estaria satisfeita.

Se a entidade ficasse satisfeita, ficaria mais tempo com Júlia. Ela não sabia quando foi que criou sua dependência com a entidade, só sabia que a ideia de estar sozinha não a deixava feliz e que preferia sempre estar na companhia do ser de beleza estonteante.

— Você gosta assim, não gosta, vadia?

O homem falou, sua voz um pouco rouca, cheia de paixão. Júlia não respondeu. Fora obrigada a chupar o pau dele naquela posição e amarrada como estava, não havia meios de fugir. Em outro momento, ela teria chupado com vontade, mas estava começando a pensar que não gostava daquele homem. Ele tinha um jeito nojento, havia algo nele que a irritava em vez de excitá-la. Enquanto sua mente pensava isso, seu corpo reagia de forma oposta.

— Ruivinha gostosa... — Ele disse, ajoelhado na cama, sua mão abrindo as pernas dela, seus olhos devorando-a.

Um gemido escapou dos lábios dela. Embora não gostasse do homem, seu corpo traidor estava ansioso por ele. Ela virou os olhos e fitou a entidade. Sentada numa cadeira, próxima da cama, estava ela. Brunhilde, como mesmo se apresentou, dona de cabelos loiros e volumosos, olhos cinzentos, rosto de beleza sobrenatural, perfeitamente esculpido, perfeitamente desenhado. Qualquer um que olhasse pra ela veria que não se tratava de uma humana, humanos jamais teriam a perfeição daquelas curvas. Os lábios vermelhos estavam curvados num sorriso de satisfação e Brunhilde olhava com atenção, os olhos cinzentos brilhantes, concentrados no que acontecia na cama. Ela usava uma tiara com suas pequenas asas, feita de penas macias. A pele branca estava livre de qualquer marca, com exceção das duas marcas em forma de estrela que ela ostentava nos ombros. Usava apenas um espartilho branco, ajustado a sua cintura esguia. Os seios altos e bonitos estavam a mostra, empurrados para cima pelo espartilho, dando a impressão de serem maiores, quase pesados. A calcinha pequena quase não escondia nada, de uma renda branca delicada e que fazia qualquer um olhar e desejar tirar. As coxas estavam a mostra e perto dos joelhos sumiam, escondidas pela bota de cano alta branca.

Brunhilde tocou os lábios, mordendo levemente o dedo quando o homem enfiou os dedos entre as pernas de Júlia. O homem olhou para trás, para Brunhilde, quando viu os olhos escuros de Júlia naquela direção.

— Você gosta de vê-la ser fodida, não é? — Ele disse e deu um sorriso. — Eu vou fazer ela esquecer que você existe...

A entidade olhou para ele, como se o estivesse apenas notando agora sua presença. Ela ergueu levemente a sobrancelha, como se duvidasse das palavras dele. Brunhilde não respondeu, ela apenas mordeu o dedo, talvez ansiosa.

— E depois eu foder com você.

Aquele comentário não agradou Júlia. Cheia de um ciúme que não podia ser controlado, ela olhou com raiva para o rapaz. Ele a olhou, ainda os dedos dele a acariciando de forma vulgar, notando seus olhos furiosos.

— Ah, você não gosta que fale isso? — Ele perguntou, afundando os dedos nela. Mais uma vez, em vez de protestar apesar da raiva, um outro gemido de satisfação escapou de seus lábios. — Veja, está toda molhada e me esperando, não é querida?

— Você não vai encostar nela... — Júlia murmurou, seus olhos fechando-se, seu corpo querendo mais da invasão do dedos do desconhecido.

— Não se preocupe com isso agora. Eu tenho o suficiente pras duas.

Não teve como responder, assolada por um orgasmo. Seu corpo inteiro vibrou e homem abandonou a masturbação nela, limpando os dedos molhados no lençol de tecido ruim. Júlia olhou novamente pra Brunhilde e sentiu grande satisfação por ver a entidade estar com o dedo lindo dentro da boca. Parecia que ela estava sendo saciada e era tudo o que importava para Júlia.

O homem riu de escarnio dela e lançou um olhar para a glamourosa loira que assistia tudo. Devia ser a dona daquela putinha que ele estava comendo. Aquela mulher era muito bonita e muito mais gostosa. Não tinha dito nada desde que chegaram ao quarto, a ruiva era que cuidava de tudo. A loira somente sentou-se naquela poltrona, depois de um desfile perfeito na sua frente que o fez ficar de pau duro somente de olhar pra ela, vendo como os seios balançavam e como os quadris pareciam perfeitos para serem segurados com força durante o sexo.

Ele voltou a fitar a ruiva, amarrada na cama, os seios marcados por suas mordidas, o rosto sujo ainda de seu sêmen. As pernas estavam abertas e ele fitou a boceta dela, coberta com poucos pelos, a virilha lisinha. Vadia. Aproximou-se dela e ergueu o quadril dela, já ansioso. Mergulhou nela e como um animal, não se importou mais. Meteu com vontade, querendo rasgá-la ao meio.

Ela gemeu, e ele achou que foi de dor, mas não se incomodou. Ergueu mais o quadril e afundou-se ainda mais nela. A viu fechar os olhos com força e uma de suas mãos rastejou pelo corpo dela e se apoderou de um dos seios. Apertou com força, puxou e o enfureceu ainda mais. Vadia.

Não era bom, mas era bom. Júlia estava tragada pela sensação do sexo, odiando cada vez mais aquele homem. Ele a estava machucando. Um gemido de dor escapou de seus lábios e ela apertou os olhos, querendo aguentar firme. Era sua culpa estar naquela situação.

A dor prazerosa não podia ser bem vinda, mas era. Gemeu agora de satisfação, seu quadril movendo-se contra o do homem, escutava os murmúrios dele, mas não os compreendia. Ele não era importante. Metia tão fundo e tão forte, tudo doía, mas era bom, muito bom.

Ele logo gozou e ela não teve o mesmo prazer novamente. Os movimentos pararam antes que ela alcançasse o novo clímax. O corpo pesado dele caiu em cima do seu e ele riu do grito dela.

— Viu como eu comi sua puta? — Ele perguntou, cansado, olhando pro lado, em direção a Brunhilde.

— Saia de cima de mim. — Júlia pediu e o homem a olhou e ignorando sua palavras, deslizou a língua em sua garganta, ainda dentro dela, forçando o corpo naquela posição dolorida.

— Chama ela pra participar. Tenho certeza que ela quer que eu a coma também.

— Eu já disse pra sair de cima de mim!

O homem riu e no instante seguinte, ele voava pelo quarto, suas costas chocando-se com a parede do outro lado do quarto. Um grande estalo se ouviu quando suas costas bateram contra a parede de alvenaria barata. Ele caiu no chão inconsciente.

Júlia respirava rápido, assustada com o movimento repentino. Seu corpo relaxou, livre do homem e ela olhou para Brunhilde. A entidade parecia entediada novamente, sua mão direta no ar, mostrando a Júlia o que ela já sabia, fora ela que afastara o homem de cima de Júlia.

Brunhilde ficou de pé, mais alta e exuberante do que Júlia se lembrava. Caminhou até a cama e com outro movimento de sua mão, as cordas que prendiam os pulso de Júlia se soltaram. Só de vê-la próximo, o coração de Júlia agitava-se. Brunhilde cruzou os braços e olhou para o homem desacordado, demostrando seu desinteresse nele.

— Você está satisfeita?

A entidade moveu os olhos e fitou Júlia estendida na cama, ainda agitada pelo sexo, pelo orgasmo que não veio, pela presença do ser sobrenatural. Com suas mãos livres, Júlia abaixou os braços para uma posição confortável, esperando a resposta. Quando conseguiu, passou o lençol sujo no rosto, para retirar o sêmen seco.

A mão de Brunhilde flutuou no ar e o corpo de Júlia elevou-se da cama de forma suave. Ela fechou os olhos, deliciada com a sensação mágica. A magia a fez ficar próxima ao corpo de Brunhilde e entregue, ela passou os braços pelo pescoço da loira e sentiu os seios dela contra os seus e estremeceu, excitada.

Era também sua culpa ficar tão excitada do lado de uma mulher, ela não achava que era lésbica até conhecer Brunhilde. A entidade estava ali porque Júlia a havia invocado quando fez o ritual errado. Ainda era principiante nas artes mágicas e achou que substituir a cor de uma rosa não mudaria o ritual. Em vez de vermelha, ela colocou uma rosa branca. A entidade que deveria emergir do ritual e ajudá-la era pra ser um espirito que iria ajudá-la a conquistar o garoto pelo qual Júlia estava apaixonada havia 7 anos.

Com a mudança das rosas, Brunhilde surgiu. Ela era grandiosa por si só e Júlia acabou tendo que lidar com ela e com sua tia, a dona do livro de magias que Júlia roubou para fazer o ritual. A tia não tinha visto ainda Brunhilde e Júlia mentiu a ela, dizendo que o ritual não deu certo. A bruxa mais velha pediu pra ela nunca mais mexer em suas coisas sem autorização antes que cometesse um erro e acabasse fazendo algo que a faria se arrepender.

O resultado de sua primeira experiência com a magia deu em Brunhilde. Ainda não tinha calculado se era um grande erro e agora que a entidade estava tão próxima e que o cheiro dela invadia os sentidos de Júlia, não conseguia pensar mal dela. Júlia estava certa de que faria qualquer coisa que Brunhilde pedisse.

Isso levava a sua vida sexual com estranhos. Ela os escolhia, Brunhilde não interferia em sua escolha. Queria apenas ver Júlia sendo satisfeita e isso a satisfazia. Era um espirito do sexo, era o que Júlia acreditava.

Júlia sentiu o hálito quente de Brunhilde e sentiu os braços dela passando por seu corpo, puxando-a contra ela, esmagando-a em seus braços. A perna dela moveu-se, insinuando-se entre as pernas de Júlia.

“Não”.

— Ele não foi uma boa escolha.

“Ele não importa”.

— Você o matou? — Perguntou Júlia, seus lábios quase contra os dela, tremendo por um beijo da entidade.

“Ele não importa”.

Júlia esqueceu-se do homem quando Brunhilde beijou seus lábios com aquela voracidade que fazia sua cabeça girar. É, o homem não era importante, o que era realmente importante era sentir a língua dela dentro da sua boca, como podia causar tantas reações estonteantes. Quando o beijo terminou, Júlia gemeu de insatisfação.

— Você não está feliz não é? — Júlia perguntou.

“Não”.

— Eu vou escolher um homem melhor da próxima vez.

Disse e caiu no chão, ferindo os joelhos. A entidade desapareceu, como sempre fazia quando não estava satisfeita, deixando Júlia sozinha com o homem desconhecido que ela esperava que não estivesse morto.

(continua [de forma bizarra] tentando explicar que porra é essa...)

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Branca de Neve, os Sete Anões, a Rainha, o Caçador e o Espelho. Uma Suruba Fantastica


Amiguinhos ouçam a introdução do nosso Narrador
Mas não se esqueçam, o Blog é para maiores de 18 anos

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Era uma vez, num reino distante, uma Rainha que sonhava com uma filha alva como a neve, negra como o ébano e rubra como o sangue... E, blá, blá, blá.... todo mundo já conhece esta historinha. Então vamos pular esta parte e vamos direto ao que interessa.

            — Espelho, espelho meu, existe alguém mais bela do que eu? — perguntou a rainha.
            — Ó minha Rainha, vós sois a mais bela. — respondeu o espelho com voz grave e aveludada. — Sua cútis é macia, sua cintura é fina e seu quadril é largo...
            E a porta dos aposentos da rainha se fechou.

            No vilarejo em torno do castelo vivia o melhor costureiro da região. O rapaz vivia enclausurado em seu ateliê, pois era muito afeminado e sofria com as constantes chacotas dos rudes cavaleiros que freqüentavam as tabernas da região, principalmente dos irmãos Bullying, um dupla infernal que aterrorizava o vilarejo e arredores.
            — Olá minha linda Branquinha. — disse o costureiro com voz estridente enquanto mascava, de boca aberta, um pedacinho de favo de mel à menina que adentrava o recinto. — O que veio fazer aqui?
            — Hoje completo dezessete aninhos. — disse Branca, mordendo a ponta do dedo indicador sensualmente enquanto balançava seu corpinho para os lados. — E quero uma roupa provocante.
            —  AI, QUE MARAVILHA! PARABÉNS! — disse o costureiro de forma escandalosa, enquanto beijava, por três vezes, o rosto de Branca. — Se a Rainha má descobre que você fugiu do castelo de novo, vai mandar te matar.
            — Aquela vaca, vive trancada no quarto com o espelho, ela nunca vai saber. Mas em fim, quero um vestidinho azul, com manga bufante e uma saia balonê, amarela.
            — Argh! Que coisa mais cafona! Você ficou muito tempo presa no castelo. Deixa comigo.  Farei um lindo e provocante vestido para você. E você será a garota mais bela do reino. Agora volte para o castelo e só retorne em cinco dias.
            Nunca demorou tanto tempo para se passar cinco dias, Branca de Neve já estava com tendinite nas mãos de tanto bater cirica enquanto olhava, pela Janela, o treino dos soldados no pátio do castelo.
            — Finalmente chegou o dia. — disse Branca toda radiante.
            Esgueirou-se pelas passagens secretas que levavam para fora do castelo, mas não percebeu que alguém a seguia. A maléfica, filha da puta, da Rainha, havia descoberto que a Branca de Neve escapava quase todas as noites e mandou que um soldado a seguisse.

            — Oi minha linda! — cumprimentou-a o costureiro enquanto dava uma baforada no narguile. — Feche os olhos, por que vai ser uma surpresa e tanto. — disse o modista rodopiando nas tamancas.
            Branca de Neve ficou arrepiada com o suspense e seus mamilos ficaram enrijecidos e salientes sob a blusinha de seda transparente. Por trás da janela, do lado de fora do ateliê, o soldado observava atentamente e de pau duro.
            — Anda, Clow! Eu quero ver o vestido. — disse Branca ao seu amigo costureiro.
            Ele então, puxou um tecido que cobria um suporte e mandou que a garota abrisse os olhos.
            — Nossa! Que coisa mais linda! — vibrou a menina quase chegando ao orgasmo.
            O vestido era num tom de azul jamais visto, à parte de cima deixava o ombro esquerdo à mostra, pequenos detalhes em dourado e vermelho ornavam a vestimenta, uma micro saia de tecido bem mole, num tom de amarelo bem suave, completava a traje.
            — Agora vista-se.
            A garota despiu-se ali mesmo. Sua pele era alva e aparentava muito macia, seus seios durinhos e em pé, tinham os mamilos enrijecidos, de um tom rosáceo, pareciam duas pêras suculentas. Sua bunda era arredondada, perfeita, suas coxas bem torneadas, formavam um arco na região de sua vagina, era a “linha do horizonte”. Do lado de fora o soldado contemplava a bela garota, tentava desesperado soltar sua indumentária e então bater uma para a linda jovem. Branca desceu a calcinha, rebolando, enquanto olhava para o amigo costureiro. As chamas das velas que iluminavam o local fizeram brilhar os negros pelos pubianos e arrumadinhos da jovem.
            — Eu não acredito que você não sente tesão por mim. — disse ela ao amigo. Embebeu seu dedo indicador na saliva, insinuando-se e passou-o com movimentos circulares em seu mamilo esquerdo. Venha lamber minha linda vagina, ela é doce como mel. — a garota abriu as pernas colocando um pé no banquinho e passou o dedo, ainda úmido de saliva, na xoxóta penteada.
            — Ah, minha linda, você sabe que eu gosto é de outra fruta, né?
            Os dois caíram na gargalhada. Do lado de fora, o soldado masturbava-se freneticamente e gozava no vidro da janela.
            Branca vestiu as roupas novas e ficou deslumbrada com sua beleza. O soldado ficou boquiaberto com tamanha formosura e gostosura, bateu mais uma, desta vez gozou num gato que passava por ele.
            O serviçal da Rainha, ainda com as pernas bambas, vestiu-se rapidamente e retornou ao castelo para avisar sua majestade.
            Nos aposentos da Rainha o espelho refletia a bela imagem da realeza, enquanto uma orgia entre os serviçais acontecia ao fundo.
            — Espelho, espelho meu, existe alguém mais bela do que eu?
            — Vós sois a mais bela, é verdade, mas olha só, acabei de ver a imagem da Branca de Neve, ela possui mais beleza e é mais gostosa também. Que bunda... Nunca vi boceta mais bem penteada.
            A Rainha gritou, virou a mesa onde um casal fazia 69 sobre ela.
            — Saiam todos daqui! — gritou ela arremessando uma taça de vinho na parede. — Quero ficar a sós com meu espelho.
            Todos saíram correndo do jeito que estavam, alguns tiveram que interromper o coito por causa da fúria dantesca da Rainha.
            — Seu filho da puta! Desgraçado! Seu pai era um espelho sem aço... e corno... Sua mãe foi currada pelo vidraceiro mais vil do reino. Vai me trocar pela branquela? É isso? Hein? Eu sou uma mulher experiente, porra, fiz tudo que você me disse para fazer, até coloquei esse pircim da minha boceta, doeu pra cacete... Depilei toda minha boceta, nunca sofri tanto, só por sua causa.
            — Não, minha Rainha... — disse o espelho aflito e com voz trêmula. — Vós ainda podeis continuar a ser a mais bela. Mas para isso, terás que matar aquele tesão... digo... arrancar o coração de Branca de Neve e comê-lo.
            — Seu filho da puta do caralho! Eu detesto miúdos, isso faz mal pro meu colesterol e ao meu intestino...
            — Mas só assim terás a beleza que almejas, a beleza eterna.
            Sem vontade de bater um ciririca se quer, a Rainha mandou chamar o melhor caçador do reino.

            — Como você se chama? — perguntou a rainha ao belo caçador.
            — Hugh. Hugh Jakman, mas pode me chamar de Wolv.
            — Hum! Belos músculos, belo rosto, belas coxas. — a Rainha foi passando a mão pelas partes do corpo do caçador. Ele usava uma camisa xadrez entreaberta mostrando parte de seu musculoso tórax.. — Bela bunda. Até parece que você não é deste mundo. — ela observava o traseiro do homem, ele usava uma calça de couro de antílope bem justa e fina, ela deixava suas partes intimas proeminentes. A Rainha deu um tapinha no traseiro do homem.
            Todos no recinto olhavam apreensivos.
            — O que você tem no meio das pernas? Mostre-me. — ordenou a rainha.
            O homem ergueu as pernas da calça e mostrou.
            — São joelhos. Joelhos fortes e saldáveis.  Joelhos de um caçador.
            — Seu imbecil! Eu quis dizer entre as pernas!
            Então ele abaixou as calças. As mulheres presentes no recinto manifestaram-se ruidosamente. Algumas que estavam sentadas, abriam e fechavam as pernas, incessantemente, numa masturbação discreta.
            — Pelo amor de Deus, homem! — exclamou a Rainha. — Você não é destas terras, mesmo. Aqui os homens não têm toda esta virilidade. — Alguns homens do recinto abaixaram suas cabeças, envergonhados. Um dos soldados ajeitou seu pênis dentro da calça na tentativa de  deixá-lo mais volumoso.
            Uma mulher, ao fundo, gritou ao atingir  o orgasmo enquanto enfiava uma vela, arrancada de um castiçal ao seu lado enquanto olhava para o caçador.
            — Saiam todos daqui! — ordenou a Rainha. — Quero ficar a sós com o caçador e meu espelho.
            Após três horas o caçador deixou o castelo, carregava em cada mão, três lâminas afiadas e pontudas, fixadas com  tiras de couro que davam a volta em seu pulso, preso a suas costa um machado bem afiado, de cabo groso e comprido. Estava incumbido de matar Branca de Neve, arrancar-lhe o coração e trazê-lo para a Rainha.
Ouçam o Narrador mais uma vez
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Continua...

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Os incríveis ensinamentos de J.P.



Olá, gatas e cachorros!
Desculpem o meu sumiço, mas eu acabei de chegar de viagem. Fui a um lugar fantástico, repleto de seres mitológicos chamado Mármia. Em Mármia a natureza é plena, sem os maus tratos do homem e, unicórnios, dragões, centauros, grifos, entre outras criaturas vivem em constante harmonia.
Esperei durante anos a aprovação de minha visita e não me cabia de felicidade ao receber a notícia de que a minha entrada fora consentida. Então, peguei as minhas coisas e fui.
Não é fácil entrar em Mármia. A passagem para lá se localiza no extremo norte do planeta e somente os escolhidos por Roland Reggae, o governador daquele mundo, podem transpassar o portal.
Roland Reggae é um centauro malucão. Mesmo com toda a maconha que fuma, consegue governar Mármia com a sobriedade de um verdadeiro rei. Ele me recebeu super bem. Não havia humano algum ali, exceto eu. Foram dez dias maravilhosos e eu descobri muita coisa ao que se refere ao acasalamento desses seres. É sobre isso que vou falar. Apesar de ter milhões de coisas legais para contar a vocês, por ora, este é o assunto que mais me chamou a atenção e me surpreendeu.
Diz a lenda que essas criaturas mitológicas não se reproduzem através do sexo, o que é uma mentira deslavada, pois os caras metem pra valer. Eles não se reproduzem, porque existe um segredo, que vou lhes revelar agora.
Eu e Roland conversávamos descontraídos às margens do rio dourado quando kórnia, um unicórnio fêmea, se aproximou. Ela estava no cio e veio pedir o consentimento do governador para dar uma trepada.
A lei de Mármia diz que todas as fêmeas, sejam elas de qual espécie forem, precisam do aval de Roland para transarem com seus respectivos machos. Eu só descobri isso depois de perceber que, enquanto Kórnia pedia permissão, a rola de Roland se projetava gigantesca, e eu, que estava sentado, tomei um susto medonho e imediatamente me coloquei de pé.
Fiquei ali de lado, sem saber exatamente o que fazer. Roland me pediu um minuto e em seguida subiu na unicórnio miudinha, lascando nela aquele instrumento tão enorme que chegou a me dar medo.
Boquiaberto, tentando entender como era possível aquilo tudo entrar na pobre fêmea, eu fiquei assistindo ao coito. Assim que Roland terminou, disse: “Pode ir agora, Kórnia, já está laceada e esterilizada”. Entretanto, Kórnia afastou-se de cara amarrada. Mais tarde percebi que nenhuma fêmea ali era realmente feliz.
Roland me explicou que o seu esperma esterilizava as fêmeas, assim, mantinha um controle severo de natalidade. Tal poder, entretanto, nada tinha a ver com magia. Vinha das ervas que tão cuidadosamente plantava e fumava.
Num único dia, a rola de Roland rolou esterilizou mais de oito criaturas. O coito mais estranho que presenciei foi entre ele e uma grifa. Eu senti vontade de rir ao ver o Roland roludo mandando ver na cloaca da coitada, que esbugalhava os olhos, não sei se de dor ou prazer.
Agradeci por não morar ali e nem ser um espécime do sexo oposto e, então, outro questionamento me abordou.
Eu disse a Roland que no meu mundo, a maconha deixava os homens broxas e por ter percebido que nenhuma das fêmeas que ele comera gozara, também expliquei que aqui, as mulheres ficam putas se o cara não as satisfaz.
Ele achou engraçado o efeito contrário da erva, mas confessou que nunca havia parado para pensar no prazer das fêmeas. Era realmente um ponto a ser considerado.
Eu disse que talvez por isso, elas eram tão amargas e mal humoradas.
Roland quis saber um pouco mais sobre as minhas experiências. Eu disse a ele tudo o que sabia, expliquei as teorias sobre o prazer feminino, como encontrar o ponto G e tudo mais.
Ele ouviu com atenção e no dia seguinte, quando uma das fêmeas de seu reino se aproximou, um tanto constrangida e sem vontade, para que Roland roludo rolasse a rola a esterilizasse, ele aplicou nela as técnicas das quais falei. A bichinha urrava de prazer, o que chamou a atenção dos outros habitantes, que logo formaram uma roda para ver o que estava acontecendo.
A fêmea saíra saltitante e uma fila gigantesca se formou, deixando Roland exausto ao final daquela tarde.
Assim os dias transcorreram. Quando saí de lá, as criaturas eram só felicidade. As fêmeas estavam muito amigáveis e tão receptivas que trepavam com todo mundo.
Fiquei contente por tê-los ajudado. Cheguei numa seca tão grande que comi cinco mulheres e um travesti numa só noite (fazendo todos eles gozar, claro, afinal de contas o Johnny aqui é pau pra toda foda obra).
Voltarei á Mármia em breve. Dessa vez, levarei comigo uma fêmea para mostrar na prática todas as técnicas que eles ainda precisam aprender.
E você aí que está lendo este texto, quando perceber que sua mulher está mal humorada, estressada e descontente, em vez de ficar se perguntando "onde foi que eu errei?" vê se aprende um pouco mais sobre os prazeres femininos, ou pode mandá-la aqui pro J.P. que eu resolvo pra você.
Depois volto com novas aventuras. Até mais, punheteiros!